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Desenvolvimento Social movimenta CRAS do Manancial

Desenvolvimento Social movimenta CRAS do Manancial
Primeiro encontro foi bastante proveitoso com moradores locais
ASSESSORIA DE IMPRENSA/PREFEITURA DE CORDEIRO
Inteiramente voltado aos atendimentos sócio-assistenciais das famílias, as unidades do CRAS – Centro de Referência da Assistência Social – atuam para minimizar os problemas onde existam altos índices de vulnerabilidade e risco social. Com profissionais treinados e, portanto, experientes no contato direto com a população, o CRAS é uma ferramenta fundamental na política de assistência social.
Como conta a secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Cordeiro, Letícia Reis, na prática o que ocorre é o desenvolvimento de ações continuadas de proteção social às famílias, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. “É dever de quem milita nessa área social promover os meios necessários para que sejam fortalecidos os vínculos familiares e comunitários, que assim garantem acesso aos direitos de cidadania”, explica.
Na segunda-feira, 23, aconteceu o primeiro encontro com crianças, adolescentes, pais e responsáveis do CRAS do Manancial. Neste primeiro contato, moradores de todas as faixas etárias puderam tomar ciência de projetos visando ao desenvolvimento de ações no bairro e acompanhar a explanação de assistentes sociais quanto ao planejamento para atender melhor os moradores, que serão alvo de um recadastramento mais aprofundado para que as questões sejam analisadas caso a caso. Vele lembrar que no bairro já este sendo realizado um trabalho de educação musical através da fanfarra, sob o comando do músico e compositor Roger Batista (Nego Roger).
Os moradores foram muito participativos e atenciosos com a psicóloga Renata Ferreira e o assistente social Dirceu Vila Nova, que saíram do encontro com a certeza de que o trabalho será muito bem recebido. “Essa troca de experiências é sempre muito produtiva, pois nos dá a oportunidade de conhecer melhor as famílias e saber o que elas esperam de nossa atuação enquanto entes públicos”, explica a psicóloga Renata.
TEXTO – RICARDO VIEIRA
FOTOS – CÍCERO MARRA

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